O Velho Oeste não foi, de modo algum, uma época pacífica. Ele estava repleto de notórios foras da lei e pistoleiros que não pensavam duas vezes antes de sacar seus revólveres e disparar contra qualquer um que os provocasse.
Existem incontáveis histórias de crimes e mistérios que não foram solucionados no Velho Oeste, e Hollywood sem dúvida tentou romancear o período. Glorificado pelos filmes de cowboys, vários homens da lei, bandoleiros, caçadores de recompensa e mal feitores se tornaram parte da cultura pop e suas histórias, muitas vezes exageradas ou incrivelmente imprecisas, continuam a cativar audiências.
Hoje em dia existem lugares nos Estados Unidos onde é possível experimentar a mística lendária do Velho Oeste em cidades que servem como palco para encenações e reconstituições históricas bastante convincentes de como era viver na Fronteira. O Estado do Novo México é um lugar especialmente propício a esse tipo de lugar, com direito a atores que se fazem passar por personalidades como Elfago Baca, Buckshot Roberts, Pat Garrett, Billy the Kid, Charlie Bowdre, e finalmente “Black Jack” Ketchum.
A matéria abaixo fala justamente a respeito de Ketchum. Ele é o protagonista de uma história macabra e aterrorizante ocorrida no povoado de Clayton, Novo México, local que talvez tenha assistido um dos mais desastrados enforcamentos da história.






























