28/12/2017

Tailandês volta para casa 7 meses depois de ser cremado


Volta e meia aparece algum caso insólito de alguma pessoa que foi dada como morta e acaba reaparecendo para felicidade da família. Esse tipo de caso sempre me chama a atenção pelo caráter bizarro e insólito e por imaginar a reação de surpresa dos parentes quando o suposto morto aparece.

Uma família tailandesa teve o choque de suas vidas no final de 2017, quando o homem que eles haviam cremado 7 meses antes, casualmente entrou pela porta da frente como se nada tivesse acontecido. Foi um verdadeiro "Deus nos acuda", com crianças correndo e familiares praguejando para que ele voltasse para o inferno. Sakorn Sacheewa, 44 anos, da província de Si Ka Ket, Tailândia, voltou para casa depois de dois anos trabalhando em um barco de pesca, do outro lado do país e simplesmente não entendeu aquele maus-tratos e correria.

Ele nunca contatou sua família naquela época, então realmente não esperava as recepções mais calorosas, mas ser tratado como um fantasma nunca passou por sua cabeça também. Mas foi assim exatamente como sua família reagiu quando ele cruzou a porta da sala, em 17 de dezembro. Só maios tarde, e depois dos ânimos acalmados ele descobriu que estava morto há 7 meses.


Em maio, a família de Sakorn foi contatada pelo IML de Nang Loeng, onde trabalhava, que notificou que o homem havia morrido devido a uma intoxicação alimentar. Eles foram convidados a identificar e buscar o cadáver. Alguns membros da família viajaram para o distrito de Phra Nakhon, em Banguecoque, onde receberam um registro de óbito, a identidade que estava no bolso de sua calça e depois foram buscar o corpo na Faculdade de Medicina do Hospital Vajira da universidade local.

O cadáver todo inchado mostrado à família era difícil de identificar, mas um dos primos de Sakorn, Nakornchai Pimklang, de 33 anos, notou que a dentição do cadáver não combinavam com a de Sakorn, que não tem dos dentes da frente. Ele mencionou isso a um funcionário, que mesmo assim instruiu a família a simplesmente levar o corpo embora dali. Assim fizeram, levando para casa em Si Ka Ket, onde velaram o corpo por três dias, antes de cremá-lo.


Enquanto isso, o verdadeiro Sakorn Sacheewa estava vivo e deboas, trabalhando em Nang Loeng, como vinha fazendo nos últimos dois anos. Algumas semanas atrás, ele decidiu pedir a conta no emprego e voltou para casa, sem saber o quão impactante seria o seu regresso a casa para a família.

Depois de ouvir toda a história de sua morte, Sakorn disse que um colega de trabalho de Myanmar havia roubou sua identidade antes de desaparecer, mas ao dar queixa, as autoridades simplesmente emitiram uma nova. Ele disse que nunca imaginou que alguém usaria seu RG para se passar por ele, sobretudo um morto.

A principal preocupação de Sakorn Sacheewa agora é conseguir voltar ao mundo dos vivos pelo Instituto de Identificação Nacional, que o declarou oficialmente morto há 7 meses, com base em seu atestado de óbito. O funcionário que o atendeu disse que a burocracia para "ressuscitar" é bem mais complicada do que aquela exigida para morrer.

Há também um grande mistério para a polícia desvendar depois da volta do sua revinda das cinzas: quem foi o homem inchado que foi cremado no lugar de Sakorn. Eles esperam descobrir isso, analisando os restos da ossada depois da cremação.


Fonte: Mdig

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