O massacre na escola primária de Sandy Hook - EUA Pular para o conteúdo principal

O massacre na escola primária de Sandy Hook - EUA



Esse massacre aconteceu em 14 de dezembro de 2012, na escola primária de Sandy Hook em Newtown, Connecticut, nos Estados Unidos. De acordo com as autoridades, o atirador estava armado com várias pistolas 9 milímetros. O atirador estava vestido de preto, armado com quatro armas, e estava usando um colete a prova de balas.

Antecedentes

A partir de 30 de novembro de 2012, a escola teve um total de 456 alunos entre a educação infantil e a quarta série. De acordo com uma carta enviada aos pais no início do ano, a escola havia recentemente atualizado o seu protocolo de segurança, exigindo a identificação de visitantes por análise visual e por um monitor de vídeo. As portas da escola foram fechadas às 9h30 da manhã todos os dias.

Newtown foi descrita por residentes como sendo conhecida por seu "charme rural" e por seu ambiente voltado para a família, e crimes violentos eram raros na cidade de 28 mil habitantes. Houve apenas um homicídio na cidade nos últimos dez anos.

O massacre

Adam Lanza atira em sua própria mãe, Nancy, na casa onde vivia e segue para escola, na pequena cidade de Newtown, um subúrbio de Hartford, capital do estado americano de Connecticut.

Ela é a primeira vítima morta pelo atirador. Seu corpo foi descoberto após o massacre, quando a polícia foi até a casa do suspeito.

Por volta de 9h20 no horário local, o atirador invade a escola primária Sandy Hook. Ele dispara contra uma porta de vidro para entrar no local e, em seguida, inicia o massacre. De acordo com o porta-voz da polícia de Connecticut, Paul Vance, o autor do ataque não foi autorizado a entrar pelos funcionários.

Adam encontra a diretora da escola, Dawn Hocksprung, e a psicóloga Mary Scherlach, que foram para o corredor após ouvirem os disparos. As duas são mortas. Elas estavam em reunião na sala da diretora, nessa reunião encontravam-se outros professores. Natalie Hammond, a vice-diretora e professora que também estava presente na reunião do corpo docente, pressionou seu corpo contra a porta para mantê-la fechada após ouvir os disparos e gritos de Dawn Hocksprung e Mary Scherlach. Hammond foi atingida na perna e no braço e depois foi levada ao Hospital Danbury.

Em seguida, Lanza passa pela sala da professora Kaitlin Roig, que havia escondido seus alunos no banheiro e fechado a porta. Ele passa reto e acaba entrando na sala da professora Lauren Rousseau. Lauren, outra professora e todos os alunos são mortos.

O atirador segue para outra sala, da professora Victoria Soto. Relatos da polícia apontam que Victoria escondeu seus alunos no armário da sala. Ela tenta distrair o atirador, mas seis estudantes tentam fugir, e Lanza atira em todos eles e na professora. Outros sete alunos são encontrados vivos dentro do armário pela polícia, de acordo com a imprensa local.

As armas usadas pelo assassino foram uma Glock 10 mm, Sig Sauer 9 mm, e um fuzil Bushmaster- usado em quase todas as mortes. Uma quarta arma foi encontrada no carro que ele dirigiu até a escola. Segundo a polícia, foram encontradas centenas de balas no local do crime. Todas as vítimas foram baleadas mais de uma vez.

Às 9h40 no horário local, a polícia recebe a primeira chamada de emergência para a ocorrência, segundo autoridades locais. Mais tarde, o governador do estado Dan Malloy informa que a primeira ligação de emergência foi feita por alguém ferido e que sobreviveu ao tiroteio.

Enquanto Adam atira na segunda sala, ele ouve chegada da polícia e das equipes de emergência e comete suicídio, segundo versão noticiada pela imprensa americana.


Três vítimas chegam a ser socorridas com vida. Elas são levadas para o Hospital Danbury, a cerca de 16 quilômetros dali, mas duas morrem, ambas crianças, momentos depois. A escola é esvaziada pela polícia, e professores pedem para que crianças fechem os olhos para não verem os colegas mortos.


O autor do massacre

Inicialmente os jornais dos EUA noticiaram que o nome do atirador era Ryan Lanza, irmão quatro anos mais velho de Adam Lanza, que portava documentos do irmão quando invadiu a escola.

Adam Lanza havia estudado em Sandy Hook e, de acordo com um livro da vizinhança, gostava de futebol americano, andar de skate e jogar videogame. Ele não tinha nenhuma passagem pela polícia. Amigos de Adam afirmavam que ele era um jovem inteligente, mas era muito nervoso e inquieto.


Ao contrário de muitos jovens americanos, Lanza fugia das redes sociais. Até agora não se encontrou nenhuma página no Facebook associada a ele. Sua foto sumiu do anuário de 2010 do colégio onde estudou o ensino médio. "Vergonha perante as câmeras", diz o espaço vazio, segundo o NYT.

Um membro de sua família contou aos investigadores que Lanza sofria de um tipo de autismo. Segundo a rede de televisão CNN, os pais de Lanza se divorciaram em setembro de 2009, quando ele tinha 17 anos. Peter Lanza, seu pai, casou-se novamente e morava em uma cidade próxima a Newtown.


Os vizinhos do atirador pouco tinham a dizer sobre ele, mas um colega de Lanza lembrou que o rapaz era muito inteligente. “Dava para dizer que ele era um gênio, definitivamente”, contou Alex Israel à CNN. Um motorista de ônibus o descreveu como “um garoto legal, muito educado”.

Segundo relatos, ele se vestia de forma mais formal do que os demais estudantes. Tim Arnone, que conhecia Lanza da escola, afirmou que ele frequentemente usava calças cáqui, camisas de botão e um protetor de bolsos. Éram membros do grupo audiovisual da Sandy Hook, e passavam o tempo livre jogando videogame no estúdio de televisão do colégio. "Era definitivamente o clube mais nerd da escola. Chamávamos de tech club. Tínhamos a nossa própria porção da sala", contou Arnone, de 20 anos, à agência Reuters.

Arnone também disse que Lanza era "pressionado duramente", especialmente por sua mãe, para ter sucesso na escola. "Ela o pressionava muito para ser mais inteligente e se esforçar mais na escola", disse.


Outro ex-colega de Lanza, que pediu para não ser identificado, disse que o atirador não tinha muitos amigos. Segundo ele, Lanza era fã da cultura japonesa e colecionava "cards" do Pokémon. "Ele era uma criança muito quieta. Eu me lembro de ser seu único amigo na escola primária. Ele sempre foi um garoto muito legal, muito educado."

Armas usadas

Dono de uma empresa de paisagismo, Don Holmes afirmou que a mãe de Adam era colecionadora de armas de fogo. "Ela disse que frequentemente levava os filhos para atirar", contou Holmes. "Ela era muito legal, muito agradável e sempre muito reconhecedora de nosso trabalho", completou.

As potentes pistolas Sig Sauer e Glock, de uso habitual de policiais, assim como um rifle militar que Lanza usou no massacre estariam registradas em nome da mãe, segundo a imprensa americana.

Pela versão que tem sido noticiada, após atirar conta o rosto dela na própria casa, aparentemente Adam dirigiu até a escola e foi metódico ao semear o caos antes de acabar com a própria vida. Mas a razão que o levou a praticar tais atos permanece uma pergunta sem resposta.

As Vítimas

Olivia Engel, 6 anos
Emilie Parker, 6 anos
Grace McDonnell, 7 anos
Noah Pozner, 6 anos
Dawn Hocksprung, 47 anos - Diretora da escola
Lauren Rousseau, 30 anos - Professora Substituta
Mary Sherlach, 56 anos - Psicóloga da escola
Victoria Soto, 27 anos - Professora da primeira série
Ana M. Marquez-Greene, 6 anos
Catherine V. Hubbard, 6 anos
Chase Kowalski, 7 anos
Jesse Lewis, 6 anos
Anne Marie Murphy, 52 anos - Professora para crianças especiais
Charlotte Bacon, 6 anos
Dylan Hockley, 6 anos
Benjamin Wheeler, 6 anos
Caroline Previdi, 6 anos
Daniel Barden, 7 anos
Jack Pinto, 6 anos
James Mattioli, 6 anos
Jessica Rekos, 6 anos
Josephine Gay, 7 anos
Avielle Richman, 6 anos
Rachel D'Avino, 29 anos - Professora que trabalhava com crianças com necessidades especiais
Allison N. Wyatt, 6 anos
Madeleine F. Hsu, 6 anos
Nancy Lanza, 52 anos - Mãe do atirador Adam Lanza
Fontes: G1 e Wikipédia

Quando amanhecer, você já será um de nós...

A chacina de Acari.
A Sociedade Secreta Thule.
Herta Oberheuser - Assassina Nazista.
Josef Mengele - "O anjo da Morte".
O massacre de Babi Yar.

Comentários

  1. acho estranho esses caras que matam crianças indefesas,com esse poder de destruição q ele tem na personalidade e da arma de fogo podia entrar em um bairro de criminosos e sair apagando geral,muito distorcido a mente deles

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  2. Kkkk vocês caíram nessa farsa? Com um monte de atores ruins fazendo o papel de país e rindo em entrevistas? Kkkk Que tal o tal Noah Pozner que morreu em Sand Hook e depois morreu vítima do Taliban? Que tal a atuação vergonhosa de Robbie Parker o suposto pai de uma criança morta que apareceu rindo antes de ser entrevistado? E que tal os agentes do FEMA todos com crachás fingindo ser funcionários e cidadãos desesperados? E os corpos que nunca apareceram?

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  3. Kkkk vocês caíram nessa farsa? Com um monte de atores ruins fazendo o papel de país e rindo em entrevistas? Kkkk Que tal o tal Noah Pozner que morreu em Sand Hook e depois morreu vítima do Taliban? Que tal a atuação vergonhosa de Robbie Parker o suposto pai de uma criança morta que apareceu rindo antes de ser entrevistado? E que tal os agentes do FEMA todos com crachás fingindo ser funcionários e cidadãos desesperados? E os corpos que nunca apareceram?

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